quinta-feira, 26 de maio de 2011
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Como uma leve brisa
Levou-me toda a alegria,
Roubou-me a paz.
Meus olhos não se abriram mais
Meus braços já não te aquecem.
Noite após noite o escuto a chorar
Lágrimas mancham teu rosto.
Como é grande a dor
Que há em meu coração sem pulso.
Minhas lágrimas secaram,
Meu sorriso se decompôs.
Sinta o frio que ficou
No lugar do calor de nossos corpos.
Oh querido, não chore.
Estaremos juntos em breve.
O que me resta por não te ter em meus braços
Por querer-te para mim novamente...
Agonia.
Na triste espera da eternidade.
Piano Morto
Desafinado,
Notas falhadas
Seguidas de rangidos tristes.
Frágil consequência do tempo.
Música melancólica e baixa.
O tempo o faz em pedaços,
Morto lentamente.
Mas a música que um dia ecoou em seu quarto
Será lembrada por séculos.
Triste canção,
Triste melodia.
Por amor suas teclas falharam.
E eis que meu coração
Tornou-se como um piano morto.
Notas falhadas
Seguidas de rangidos tristes.
Frágil consequência do tempo.
Música melancólica e baixa.
O tempo o faz em pedaços,
Morto lentamente.
Mas a música que um dia ecoou em seu quarto
Será lembrada por séculos.
Triste canção,
Triste melodia.
Por amor suas teclas falharam.
E eis que meu coração
Tornou-se como um piano morto.
sábado, 16 de abril de 2011
Fure...
... Seus olhos e tente não ver
A verdade que te torturará.
Corte-me os pulsos para tentar se alegrar
Fuja para longe e tente se matar.
Esqueça o que merecemos
Esqueça o que podemos fazer
Acabamos por aqui
Impedidos de enxergar
Indecisos por amar ou odiar
Esqueça o que merecemos
Esqueça o que podemos fazer
Acabamos por aqui.
A felicidade está longe
Eu odeio você
A felicidade nunca estará do teu lado
Eu odeio você
A verdade que te torturará.
Corte-me os pulsos para tentar se alegrar
Fuja para longe e tente se matar.
Esqueça o que merecemos
Esqueça o que podemos fazer
Acabamos por aqui
Impedidos de enxergar
Indecisos por amar ou odiar
Esqueça o que merecemos
Esqueça o que podemos fazer
Acabamos por aqui.
A felicidade está longe
Eu odeio você
A felicidade nunca estará do teu lado
Eu odeio você
Possua-me para sempre
Leve-me para o teu mundo
Onde ninguém possa nos ver.
As pessoas aqui são tão cruéis quanto a gente
Que nos torturam com suas falsas crenças
E nos tornam dependentes.
Há um enorme vazio dentro de mim
Por saber que jamais irei me importar.
Sem forças, humilhada.
É hora de tudo isso acabar.
Onde ninguém possa nos ver.
As pessoas aqui são tão cruéis quanto a gente
Que nos torturam com suas falsas crenças
E nos tornam dependentes.
Há um enorme vazio dentro de mim
Por saber que jamais irei me importar.
Sem forças, humilhada.
É hora de tudo isso acabar.
terça-feira, 8 de março de 2011
Corvos se divertem...
... Com o poeta podre
Os amigos cuspiram em seu túmulo.
Ele viveu o suficiente para agonizar na solidão,
Para ser traído por poetisas,
Para ouvir seus gritos de dor
E sentir seu último suspiro.
Cristo,
Como odeio o que me tornei
Leve-nos de volta para casa.
Eu sinto tanta falta deles
Eu sinto falta da inocência
Da alegria por pequenas coisas
Do amor incondicional.
Eu sinto medo, tanto medo
Torturada dia após dia
Pelo mesmo motivo, pela mesma desgraça.
Oh, como me arrependo de ter confiado neles,
Deveria deixa-los morrer.
Querida morte
Ouça, pois lhe imploro
Me devolva a alegria,
Me devolva o meu orgulho
Coberto de apatia.
Eu quero me tornar novamente
O que fui há muito tempo atrás.
Eu quero esquecer um pouco desta vida
E desejar morte a todos novamente.
Eu quero ter nojo destes vermes, não de mim
Eu sentir prazer por teu sangue
E não pelo meu.
Os amigos cuspiram em seu túmulo.
Ele viveu o suficiente para agonizar na solidão,
Para ser traído por poetisas,
Para ouvir seus gritos de dor
E sentir seu último suspiro.
Cristo,
Como odeio o que me tornei
Leve-nos de volta para casa.
Eu sinto tanta falta deles
Eu sinto falta da inocência
Da alegria por pequenas coisas
Do amor incondicional.
Eu sinto medo, tanto medo
Torturada dia após dia
Pelo mesmo motivo, pela mesma desgraça.
Oh, como me arrependo de ter confiado neles,
Deveria deixa-los morrer.
Querida morte
Ouça, pois lhe imploro
Me devolva a alegria,
Me devolva o meu orgulho
Coberto de apatia.
Eu quero me tornar novamente
O que fui há muito tempo atrás.
Eu quero esquecer um pouco desta vida
E desejar morte a todos novamente.
Eu quero ter nojo destes vermes, não de mim
Eu sentir prazer por teu sangue
E não pelo meu.
sábado, 5 de março de 2011
Amor
Por que me trás tanta dor?
O que fiz eu para causar tua fúria?
Tens me abandonado
Perdi-te nesta imensidão vazia.
Nas noites mais escuras
Você me levantou.
Nos dias mais chuvosos
Você me fortaleceu.
Mas a chuva apenas nos convida
Para que amanhã seja um dia pior.
Pisas-te em mim
Usou-me, tratou-me como cão.
Estivemos tão unidos
Estivemos tão fortes.
Mas, por favor, deixe-me ir.
Eu quero estar sozinha
E apodrecer sem a sua ajuda.
O que fiz eu para causar tua fúria?
Tens me abandonado
Perdi-te nesta imensidão vazia.
Nas noites mais escuras
Você me levantou.
Nos dias mais chuvosos
Você me fortaleceu.
Mas a chuva apenas nos convida
Para que amanhã seja um dia pior.
Pisas-te em mim
Usou-me, tratou-me como cão.
Estivemos tão unidos
Estivemos tão fortes.
Mas, por favor, deixe-me ir.
Eu quero estar sozinha
E apodrecer sem a sua ajuda.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
As vozes...
... Me atormentam cada vez mais
Eu sinto a presença dele
Mas me restaram apenas lembranças
E incontáveis lágrimas.
O vazio é cada vez maior
Injete apenas mais uma vez
E deixe-me aproveitar
Os últimos dias dessa lástima.
Solidão me possui.
Sou louca por querer-te
Sou louca por amar-te.
Sou louca por desejar minha morte,
Para que um dia volte a sorrir.
Eu sinto a presença dele
Mas me restaram apenas lembranças
E incontáveis lágrimas.
O vazio é cada vez maior
Injete apenas mais uma vez
E deixe-me aproveitar
Os últimos dias dessa lástima.
Solidão me possui.
Sou louca por querer-te
Sou louca por amar-te.
Sou louca por desejar minha morte,
Para que um dia volte a sorrir.
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