quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Não posso viver

Sempre falando nunca fazendo
O mundo segue para o abismo
Ninguém vê o que estou vendo
Qual o seu pecado preferido?
Quem sempre diz a verdade?
Quem é que sempre estende as mãos?
Aponte o dedo na minha face
Tu és melhor do que eu sou?

Não posso viver sem Ti

Senhor Jesus
Me deixe olhar para o céu
E ver tua luz

Rasgue os ouvidos do inimigo 

Louvando a Deus com teu amor
Nas asas dEle eu me abrigo
Jesus Cristo é meu salvador
O inferno explode na Tua presença
O céu se alegra em Teu amor
Seus olhos dão minha sentença
Perdão Senhor sou pecador.



Música da banda Saved by Grace. ^^'
Felipe (meu irmão) é guitarrista e vocalista, Marcelo (cunhado chato u.u) é guitarrista e vocalista, Léo é baixista, Robertto Jean é baterista e eu tecladista. \o
Quem quiser ouvir, tem aqui: 
http://www.myspace.com/savedbygraceofficial
Quando for ter show, eu coloco aqui também. ><

Tallulah?

Me lembro quando costumávamos ver o crepúsculo
De ter dito: "Prometo que nunca te deixarei só, isso nunca vai acabar".
Menti para você, menti para mim mesma.
E agora lhe falo: "Hey, foi um erro, vamos repensar tudo isso".

Segurei sua mão e lhe puxei para perto, estava tão perto de mim.

Havia tanta coisa para te dizer
Mas eu não conseguia pensar em palavras.
Perdida entre pensamentos sinto você beijar-me o rosto, e senti como uma facada o seu triste "adeus".
Agora você está indo embora, sem olhar para trás.

Tenho o pressentimento que você está chorando, pois ouço soluços.

Eu lembraria de tanta coisa

Mas as lembranças ruins apagaram as boas
É triste pensar que tudo isso acabou
Mas entenda querido, já era tarde.

Lembro-me de nosso silêncio naquela noite,

Havia tantas estrelas no céu...
Fizemos desejos  ao ver uma estrela cadente
O seu foi realizado?
O meu me iludiu.

Solto sua mão, para não chorar

Tanta coisa aconteceu, já não sei o que fazer
Minhas lágrimas escorriam, incontáveis como sempre
Você olhou-me nos olhos
Sem entender tudo aquilo.

Eu temi tanto o dia do fim, como ele chegou rápido;

Já não busco mais palavras para sustentar essa mentira.
Isso nunca existiu.

Eu andava com um novo cara, o qual amava.

Apaixonados dançávamos, mas não deixei de te notar nos observando
Você deve estar com raiva de mim, qualquer um teria
Não ousarei dizer-lhe "oi".
E corta-me o coração lembrar do seu adeus...
Lembrar dos sentimentos que morreram.

Tantas vezes você me fez chorar

Que perdeu a paciência
Eu não queria te punir, mas uma hora eu cansaria.
Como eu prometi, meu amor por ti nunca acabará
Mas já não é como antes.

Não deixarei tudo isso acontecer novamente.


Eu temi tanto o dia do fim, como ele chegou rápido;

Já não busco mais palavras para sustentar essa mentira.
Isso nunca existiu.


Quem nunca ouviu Sonata Arctica não irá entender. ^^'
Leiam a tradução de Tallulah. 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Para quem se foi

Você estava lá,
No mais belo dos meus sonhos.
Sorrindo,
Enquanto o mundo desabava ao seu redor.

Meus pulsos sangravam
Minha alma em pranto padecia.
O buraco em que eu me encontrava
Não pôde impedir-me de ver-te.

Rastejava para poder tocar-te,
Mas lembranças de velhas tentativas frustradas
Me faziam voltar.
Eu queria, eu não podia ter.

Dor não te trará de volta,
Lágrimas não vão devolver-lhe a vida.
Mas as lembranças ficarão
Sustentando o amor que sinto,
Que um dia sentimos. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sem importância

Sinceramente, “queridos”, eu realmente não estou dando a mínima para o que vocês sentem. Independente que seja algo bom ou ruim. Para mim não faz diferença.
É impressionante como o menos vulgar de vocês consegue ser alguém tão desprezível.
Para ser um pouco mais franca, talvez menos (ou mais) complexa, estou cansada de todos.
Cansada da maneira como conseguem prometer coisas tão grandes, mas não cumprem nem as mais simples.
Não faz muito tempo que vivo, mas vivi tempo o suficiente para ver pessoas prometerem não me deixar e hoje não estarem do meu lado, por algum motivo que feriu seu ego sujo.
Cansada de ver pessoas tentando roubar o que é meu, tentando tirar tudo aquilo que me faz feliz. O por que disso? Porque não têm capacidade para buscar algo que realmente as façam sorrir um dia.
Não que eu me importe de ver pessoas tentando freneticamente tirar o que é dos outros para tentar mantê-las de pé, quando na verdade nada fará isso.
A intenção deste texto na verdade não é mudar tudo isso, pois é algo que nunca ninguém conseguirá mudar, isso é um fato. Só escrevo essas poucas linhas como forma de desabafo.
Não quero vê-los mortos, nem ao menos vivos. Não quero que chorem, não quero que sorriam. Não quero que desistam, não quero que resistam. Só quero que me deixem em paz, o resto tanto faz.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Ficar, fugir...

Vendo os meus olhos
Para me impedir de ver o seu sofrimento,
Mas eu ouço seus gemidos
Implorando por minha ajuda.

Ficar não te ajudará,
Fugir não ameniza meu sofrimento.
Minhas perguntas já estão sem resposta,
Suas lágrimas já não tem um por que.

Eu estou tentando manter-me de pé
Para poder levantar-te.
Mas estou tão cansada,
Estou tão exausta.

O sol...

... Tenta brilhar, com dificuldade. Mais uma tarde de inverno.
Cá estou eu novamente, sentada na janela olhando a neve cair. Lá fora pode estar tão frio, mas dentro de mim, a alma congela.
Pego novamente o violino, assim tocando. Tão suave, com sua beleza entristecida.
E toda vez que toco, sinto como se a minha vida se resumisse naquilo. Em um sentimento tão profundo onde o resultado é o nada.
Novamente a tristeza estava tomando conta de mim.
Coloco o violino de lado, já não é o suficiente para acabar com a dor de estar só, que a cada dia me possui  mais.
Levanto-me,  e vou até a cozinha... Lentamente. Cada passo, sinto como se estivesse conduzindo-me à  morte. Abro a geladeira e pego a única garrafa de vinho que havia.
Olho para a garrafa, no que aquilo iria me ajudar? Nada mais pode me ajudar, essa solidão não tem mais fim. Coloco-a em cima da mesa e vou para o meu quarto.
O que procuro?
Abro o guarda-roupa, ainda procurando. Pergunto-me o que. Mas sinto que preciso de algo para me fazer feliz. Preciso achá-lo.
Vejo uma lâmina, a pego. Olho para ela assim vendo o meu reflexo... O reflexo da pessoa que eu tanto odeio.
Coloco meu casaco e saio de casa, andando para qualquer direção. Qualquer lugar onde não tenha ninguém.
Até que percebo estar perdida, já não faz diferença.
Sento-me  em um banco, pego a lâmina e faço um corte um tanto profundo.
Vejo meu sangue se misturando com a neve. Mas ainda sinto que não é o suficiente.
Encosto a lâmina no meu pescoço. Ao fazer isso eu vejo um garoto, um tanto distante, mas conseguia  vê-lo perfeitamente. Então o ouço gritar pelo meu nome. Como pode alguém se importar comigo?
Levanto-me e fecho os olhos, e pela última vez sinto a neve cair sobre minha pele. Pela última vez sinto a tristeza em cada parte do meu corpo. E sem pensar duas vezes faço um corte no meu pescoço, muito profundo, o suficiente para morrer.
Caída no chão, na neve fria, sinto as mãos de alguém tocando meu rosto. Ouço uma voz masculina dizer meu  nome, falando que me amava. E sinto lágrimas tocarem minha face, não são minhas.
Agora percebo que nunca fui tão só, mas isso já é tarde. Eu acabei com tudo.

Coloquei aqui novamente, pois adoro esse texto. ^^'

sábado, 24 de setembro de 2011

Sim, eu te amo

Mas amaria mais
Se dos teus lábios já não saíssem mais palavras,
Se os teus ouvidos já não ouvissem meu choro,
Se os teus olhos não vissem meu pranto,
Se no teu pulmão já não entrasse ar,
E no teu coração já não houvesse mais sentimentos.

Sim, eu te amo.
Mas amaria mais
Se suas palavras não me fizessem chorar,
Se não ouvisse meu choro,
E ignorasse meu pranto.

Sim, eu te amo.
Este amor insano me fez rasgar-te.
Rasgar-te até ver teu coração parar.